Investimento em Ouro

Entenda como investir em ouro e descubra 6 opções para começar!

Quem busca diversificar o patrimônio, geralmente, tem dúvidas sobre como investir em ouro.

Aura | 12 de maio de 2021

Quem busca diversificar o patrimônio, geralmente, tem dúvidas sobre como investir em ouro. O metal precioso pode ajudar a reservar valor e enfrentar crises financeiras dos países. Por isso, atrai diferentes públicos interessados em investimentos.

Em 2020, por exemplo, a valorização do ouro foi de 55%, considerando-se o preço de mercado de janeiro a dezembro. Logo, aqueles que enxergaram no ativo uma forma de lidar com a incerteza causada pela pandemia conseguiram alcançar bons resultados ao longo do ano.

Neste conteúdo, abordamos as 6 formas de investir em ouro e quais são suas características. Continue a leitura e tire suas dúvidas!

6 formas de como investir em ouro

O investimento em ouro é caracterizado pela compra do metal precioso ou de ativos que tenham o desempenho ligado ao dele. Atualmente, encontramos, pelo menos, 6 opções com esse perfil.

1. Ouro físico

barras de ouro representando uma forma de como investir em ouro

Em primeiro lugar, podemos comprar ouro em distribuidores especializados. Aqui, o interessado adquire barras ou moedas, preferencialmente padronizadas, aguardando a valorização do metal no mercado.

A principal dificuldade é a preservação do ouro em um lugar seguro. É comum, por exemplo, recorrer a empresas que aceitem o depósito, pagando-se um preço pelo serviço de custódia do ativo, como alguns bancos.

Já a vantagem é a acessibilidade do investimento. O interessado pode ser um pequeno investidor. Isso porque, em 19/04/2021, o grama do ouro está cotado em R$308,58 ou USD.

Lembre-se, nesse sentido, que a precificação do ouro é realizada em dólar. Portanto, além dos efeitos da oferta e demanda, o mercado local sofre os efeitos da variação cambial entre as moedas brasileira e norte americana.

2. Exchange Traded Funds (ETFs)

Os ETFs são fundos de investimentos montados para espelhar o desempenho de um índice de mercado. É o caso, por exemplo, de um fundo que suba ou desça conforme o desempenho do IBOVESPA ou de acordo com o resultado de empresas de 300 milhões até 2 bilhões de reais de valor de mercado.

Para quem busca como investir em ouro, recentemente surgiu uma opção na B3 com esse perfil: o GOLD11. Trata-se de um ETF que tenta acompanhar o preço do ouro em dólar, usando o índice iShares Gold Trust. Logo, a valorização do indicador estrangeiro se reflete no desempenho do ativo para o investidor nacional.

3. Contratos futuros

Os contratos futuros são acordos de compra de ouro com preço prefixado. Assim, na data de vencimento, o comprador recebe a quantidade acordada e arca com o valor estipulado em contrato.

Na B3, é possível adquirir esse ativo pelo código de negociação OZ1. Cada contrato equivale a 250 gramas de ouro fino, que fica custodiado em uma instituição credenciada pela bolsa de valores brasileira.

Os contratos futuros são bastante utilizados para se proteger das variações do mercado, pois o preço é pré-acordado entre as partes. A dificuldade, nesse caso, é a acessibilidade para o pequeno investidor, devido ao grande volume financeiro necessário para adquirir um contrato.

4. Contratos à vista

O investimento também pode ser feito em contratos com pagamento à vista. Nesse caso, é possível negociar frações do contrato:

  • Lote Padrão de 250g (OZ1D);
  • Lote Fracionário de 10g (OZ2D);
  • Lote Fracionário de 0,225g (OZ3D).

Os contratos futuros e à vista podem ser obtidos em corretoras de valores e bancos

5. Fundo de investimento em Ouro

Os fundos de investimento correspondem a um patrimônio investido direta ou indiretamente em ouro, que é dividido entre os cotistas. Nele, o gestor precisa manter carteiras compostas por investimentos relacionados ao metal, como os contratos futuros e à vista.

As corretoras de valores e os bancos são os principais fornecedores dessa modalidade de investimento. Por isso mesmo, em muitos casos, haverá uma taxa pela administração do fundo de investimento.

6. BRDs

Desde julho de 2020, a bolsa de valores negocia os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) Patrocinados da Aura Minerials (AURA33), que pode ser comprada no seu home broker. No mercado nacional, somos a primeira empresa do segmento de mineração de ouro em que você pode investir na bolsa. Logo, é uma forma de fazer parte desse mercado.

Entre 2010 e 2020, por exemplo, o ouro teve uma valorização de 256,76%. Com as ações, é possível esperar a valorização do ativo ou receber dividendos, que serão influenciados pelo desempenho dessa atividade principal, entre outros fatores.

Adotamos o conceito de mineração de 360º, estando alinhado às expectativas da sociedade atual. Com isso, o empreendimento tem uma visão ampla sobre o seu papel, e você pode consultar os compromissos no site institucional, como respeito, sustentabilidade, segurança, meritocracia, inovação e responsabilidade nas atividades de mineração.

Vale ressaltar que as ações e os fundos de investimento são caminhos abertos para diferentes perfis que querem entender como investir em ouro. Ambos seguem uma lógica para acompanhar a cotação e verificar a rentabilidade.

Riscos de investir em ouro

O risco principal de investir em ouro é a queda do preço dessa commodity. Se o valor do ouro cair, as formas de investimento baseadas nesse ativo sofrerão o impacto.

Um dos indicadores para acompanhar a (des)valorização do ouro é a taxa de juros. O ouro concorre com outras formas de reservar valor. Portanto, títulos do governo mais vantajosos podem influenciar a demanda das pessoas pelo ativo.

Além disso, o preço do ouro é influenciado por condições econômicas externas, especialmente o dólar. Logo, fique atento também à cotação da moeda estrangeira.

Vale ressaltar que o ponto-chave não é a existência de riscos, mas a comparação com outros investimentos. Todo investimento, na bolsa de valores ou não, pode vir a ter um desempenho favorável ou não:

  • a renda fixa pode ficar abaixo da inflação;
  • imóveis podem desvalorizar;
  • um negócio pode falir.

A diversificação é recomendada justamente para minimizar ou pulverizar a exposição a riscos de sua carteira de investimentos em razão de impactos negativos sobre determinadas modalidades de investimento causados por fatores diversos.

Você buscará os investimentos que fazem sentido no momento, de acordo com o seu perfil de investidor e com a expectativa de que os ganho superem as perdas, ao invés de concentrar todos os recursos em um único alvo.

Melhor momento para investir em ouro

Investir em ouro é uma forma de diversificar a sua carteira. Isso porque o ouro tem uma tendência de resistir às crises, com possibilidade de valorização pelo aumento da demanda por proteção patrimonial. Aliás, ele conta com um valor intrínseco, sendo usado em componentes eletrônicos, máquinas hospitalares, joias etc.

As formas de investimento em ouro são procuradas pensando também na inflação. Para o pequeno investidor, por exemplo, a desvalorização do real afeta bastante o salário, e o ouro é um mecanismo para proteger o seu patrimônio.

Por isso, o momento certo para investir está relacionado a proteger o patrimônio e diversificar os investimentos, de acordo com o seu perfil de investidor. Aumentar os investimentos em ouro pode ajudar a minimizar os riscos existentes na carteira, desde que você escolha uma quantidade razoável para o seu perfil de investidor.

Viu como investir em ouro não é difícil? O metal precioso dá origem a diferentes formas de investimento e pode ajudar a diversificar a sua carteira. Além disso, elas podem auxiliar na reserva de valor e crescimento em momentos de crise. Logo, é um ativo que pode se encaixar na sua estratégia, dependendo do seu perfil.

Para conhecer mais sobre os investimentos em ouro, conecte-se a Aura Minerals no LinkedIn e acompanhe nossas publicações!


AVISO IMPORTANTE: o presente artigo é meramente informativo e não se trata de uma recomendação de investimento. Retornos passados, quando mencionados, se baseiam em fatos passíveis de demonstração, que servem apenas como referência histórica e não são garantia de retornos futuros. Investimentos envolvem riscos e podem ensejar perdas, inclusive da totalidade do capital investido, ou mesmo a necessidade de aportes adicionais, conforme o caso. O conteúdo deste artigo reflete apenas a opinião dos autores.

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