Aura Minerals

NOSSOS PROJETOS E OPERAÇÕES

Operação

Aranzazu

Zacatecas, México

Aranzazu está localizada no coração do distrito mineiro de Concepción del Oro, uma região histórica de mineração que vem sendo minerada nos últimos 500 anos. Aranzazu é um depósito mineral de grande importância no estado de Zacatecas, no México, e conta atualmente com 5 anos de LOM.

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Projetos de exploração

Carajás

Pará, Brasil

Em breve

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Projetos de crescimento

Matupá

MT, Brasil

O projeto Matupá é um projeto de lavra a céu aberto com processamento de minério por meio do sistema CIL, sendo 100% de propriedade da Aura Minerals e está localizado nas proximidades das cidades de Matupá e Guarantã do Norte, Mato Grosso, Brasil.

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Projetos de exploração

Tolda Fría

Caldas, Colômbia

De propriedade integral da Aura Minerals, foi adquirido por meio da fusão da Rio Novo em 2018. O projeto, hoje em cuidado e manutenção, está localizado a aproximadamente 10 km a sudeste da cidade de Manizales, no departamento de Caldas, Colômbia.

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Projetos de crescimento

Borborema

RN, Brasil

O Projeto Borborema está localizado na região do Seridó, no Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil. Borborema consiste em três concessões de lavra cobrindo uma área total de 29 km² mais o título de propriedade sobre a área principal do prospecto.

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Operação

Almas

TO, Brasil

Aura Almas é uma operação de lavra a céu aberto com processamento de minério por meio do sistema CIL e está localizado no Greenstone Belt de Almas, uma sequência vulcano-sedimentar paleoproterozóica. Almas é um dos maiores e menos explorados Greenstone Belts no Brasil.

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Operação

Minosa

Copán, Honduras

A Mina de San Andrés, de propriedade integral da Aura, está localizada a 360 km da capital Tegucigalpa, em Honduras, nas montanhas ocidentais do país. A exploração e a mineração artesanal foram realizadas na área desde a década de 1930, com a modernização iniciada em 1983.

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Operação

Apoena

MT, Brasil

O complexo Ernesto/Pau-a-Pique (EPP) está localizado em Mato Grosso, Brasil, a aproximadamente 450 km de Cuiabá, capital do estado e a 12 km da cidade de Pontese Lacerda. Consiste em uma planta de processamento alimentada por três minas a céu aberto e um depósito subterrâneo.

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Projetos de crescimento

Cerro Blanco

Jutiapa, Guatemala

Em janeiro de 2025, a Aura concluiu a aquisição do projeto Cerro Blanco, localizado em Jutiapa, na Guatemala, próximo à fronteira com El Salvador. Esta nova etapa marca a expansão da atuação da Aura na América Central, em linha com o plano de crescimento da companhia.

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Cuidado e manutenção

Escritórios corporativos

Operação

Projetos de crescimento

Projetos de exploração

Projetos em Ramp-up

Apoena
(MT, Brasil)
Carajás
(PA, Brasil)
Cerro Blanco
(Jutiapa, Guatemala)

Cuidado e manutenção

Escritórios corporativos

Operação

Projetos de crescimento

Projetos de exploração

Projetos em Ramp-up

Cerro Blanco
(Jutiapa, Guatemala)

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Operação

Projetos de crescimento

Projetos de exploração

Produção: 97.558 onças de ouro equivalente em 2024

Guidance de Produção 2025: 88.000 - 97.000 onças de ouro equivalente

Custo caixa por GEO produzida: $ 965/onça de ouro equivalente em 2024

Guidance de Custo Caixa 2025: $1.029 - $1.132 /onça de ouro equivalente

Life of Mine: 8 anos

Reservas provadas e prováveis: 915 mil onças de ouro equivalente

Recursos Medidos e Indicados: 1.605 mil onças de ouro equivalente

Veja o estudo de viabilidade

As provas documentadas de mineração na área datam de quase 500 anos atrás. A mina atual está em operação desde 1962, com a Aura assumindo a propriedade em 2008. Em 2015, a Aura fechou a mina para reformular e reestruturar as entradas e zonas de produção da mina. A mina foi reaberta no início de 2018 e atingiu produção comercial em dezembro de 2018. A partir de 2019 a produção foi otimizada, com aumentos gradativos, e no segundo semestre de 2021 atingiu capacidade instalada 30% maior que reabertura da mina.

A mina de Aranzazu é uma operação subterrânea de mina de cobre, produzindo ouro e prata como subprodutos. A produção da mina subterrânea considera uma produção diária de 3.350 toneladas por dia usando uma combinação de métodos de mineração longitudinal e de furos longos transversais para a maior parte do depósito.

A instalação concentradora existente foi comissionada pela primeira vez sob a Aura em 2011. O fluxograma existente é convencional e compreende sistemas de britagem, moagem, flotação e filtragem onde o minério é concentrado a um teor de concentração final de 23% Cu. Os rejeitos de polpa convencionais são descartados em uma nova instalação de armazenamento de rejeitos designada TD5. O projeto atualizado incorpora a metodologia de construção de barragens a jusante, bem como aterros com terra zoneada com drenagem interna para controlar a superfície freática no aterro e aumentar a estabilidade.

O projeto está favoravelmente situado em um clima semiárido com evaporação líquida, e não está localizado dentro de nenhuma área natural protegida, regiões terrestres prioritárias ou áreas de importância para a conservação da vida selvagem.

Em 27 de fevereiro de 2023, a Companhia anunciou a aquisição de uma licença de exploração no distrito polimetálico de Carajás, no Estado do Pará, Brasil, conhecido como Projeto Carajás.

Esta licença permitida cobre uma área de 9.805 hectares e inclui vários alvos de mineralização de depósitos de óxido de ferro-cobre-ouro (IOCG) ao longo de um strike de 6 km. A área apresenta uma anomalia de superfície proeminente com concentrações de cobre de até 500 ppm e já registra trabalhos de exploração anteriores, incluindo nove furos de sondagem históricos que totalizam 2.552 metros, com interceptações positivas demonstrando mineralização.

A Aura adquiriu os direitos de exploração e opções para testar a continuidade e os graus econômicos na área-alvo.

Produção: Média de 55.000 onças de ouro por ano nos primeiros quatro anos de produção

Custo caixa por GEO produzida: Média de US$ 529/onça nos primeiros quatro anos de produção

CAPEX estimado: US$ 107 milhões

Valor Presente Líquido (VPL): US$ 96 milhões

Retorno simples: 2,0 anos

Reservas Provadas e Prováveis: 309 mil onças de ouro

Recursos Medidos e Indicados: 331 mil onças de ouro

*• Com base na média ponderada dos preços do ouro de consenso para o período projetado de US$ 1.664/onça e na relação dívida/patrimônio líquido de 50%:

Veja o estudo de viabilidade

O projeto Matupá é um projeto de lavra a céu aberto com processamento de minério por meio do sistema CIL, sendo 100% de propriedade da Aura Minerals e está localizado nas proximidades das cidades de Matupá e Guarantã do Norte, Mato Grosso, Brasil. A propriedade é composta por 9 direitos minerais localizados na Província de Ouro Alta Floresta, incluindo os depósitos de ouro X1 e Serrinhas e o depósito polimetálico Guarantã Ridge. Em outubro de 2022, a Aura Minerals publicou o estudo FS (Estudo de Viabilidade) delineando a implementação do projeto Matupá.

A capacidade estipulada para o circuito industrial de Matupá é de 1,3 Mtpa para processamento de blends dos tipos de minério Rocha Fresca e Óxido. O fluxo de tratamento selecionado para Matupá inclui britagem, moagem, concentração gravimétrica e lixiviação intensiva, seguida de lixiviação, adsorção de carbono, neutralização de cianeto, espessamento de rejeitos e filtragem para disposição final em pilhas. O FS contempla um cronograma de dois anos de engenharia detalhada e construção. Os custos totais de capital inicial durante este período estão estimados em US$ 107 milhões. Os resultados econômicos são positivos, com um período de retorno de apenas 2 anos, VPL de US$ 96 milhões e TIR de 27.5%. O relatório EIA/RIMA foi protocolado e a audiência pública realizada, passos estes importantes para a obtenção de licença preliminar.

De propriedade integral da Aura Minerals, foi adquirido por meio da fusão da Rio Novo em 2018. O projeto, hoje em cuidado e manutenção, está localizado a aproximadamente 10 km a sudeste da cidade de Manizales, no departamento de Caldas, Colômbia. Essa propriedade contém significativa mineralização de alto teor e 14 km de desenvolvimento subterrâneo para acesso à exploração que foi usado para concluir uma estimativa de reserva em conformidade com 43-101.

Produção: Média de 83.000 onças de ouro por ano nos primeiros três anos de produção

Guidance de Produção 2025: 33.000 - 40.000 onças de ouro equivalente

Custo caixa por GEO produzida: Média de US$ 862/onça nos primeiros três anos de produção

Guidance de Custo Caixa 2025: $1.084 - $1.232 /onça de ouro equivalente

CAPEX estimado: US$ 188 milhões

Valor Presente Líquido (VPL): US$ 182 milhões

Payback Simples 3,2 anos

Reservas Provadas e Prováveis: 812.000 onças de ouro

Recursos Medidos e Indicados: 2.077 mil onças de ouro

* Com base na média ponderada dos preços do ouro de consenso para o período projetado de US$ 1.712/onça e na relação dívida/patrimônio líquido de 50%

Veja o estudo de viabilidade

O Projeto Borborema está localizado na região do Seridó, no Estado do Rio Grande do Norte, Nordeste do Brasil. Borborema consiste em três concessões de lavra cobrindo uma área total de 29 km² mais o título de propriedade sobre a área principal do prospecto.

Os direitos minerários de exploração que cobrem um total de 410 km2 se estendem ao longo da tendência das concessões de lavra de Borborema e permanecem prospectivos para adicionar recursos ao inventário de Borborema em um futuro próximo.

Um Estudo de Viabilidade Definitivo foi concluído em dezembro de 2019 para o desenvolvimento do Estágio 1 de Borborema e atualizado em julho de 2020 de acordo com as normas JORC. Atualmente a Aura está atualizando o Estudo de Viabilidade considerando os padrões CIM.

Produção: 54.129 onças de ouro equivalente em 2024

Guidance de Produção 2025: 51.000 - 58.000 onças de ouro equivalente

Custo caixa por GEO produzida: US$ 950/onça de ouro equivalente em 2024

Guidance de Custo Caixa 2025: $1.013 - $1.114 /onça de ouro equivalente

Life of Mine: 17 anos

Reservas Provadas e Prováveis: 695 mil onças de ouro

Recursos Medidos e Indicados: 876 mil onças de ouro

Veja o estudo de viabilidade

Aura Almas é uma operação de lavra a céu aberto com processamento de minério por meio do sistema CIL e está localizado no Greenstone Belt de Almas, uma sequência vulcano-sedimentar paleoproterozóica. Almas é um dos maiores e menos explorados Greenstone Belts no Brasil. A Aura possui 198.471 hectares de direitos minerais na região, o que representa uma importante oportunidade de crescimento, pois a maior parte do ouro produzido no Brasil e no mundo vem da mineralização hospedada em Greenstone Belts: Austrália Ocidental, África Ocidental, Guiana, Canadá (Abitibi) e Quadrilátero Ferrífero (Minas Gerais).

Os três principais depósitos de ouro do Projeto Almas – Paiol, Cata Funda e Vira Saia – estão ao longo de um corredor de 15 km de comprimento do Almas Greenstone Belt, que abriga numerosas ocorrências de ouro orogênico. O método de lavra de todos os depósitos será a céu aberto. O primeiro depósito a ser explorado será o Paiol, sendo a produção complementada nos anos seguintes pelos depósitos de Cata Funda e Vira Saia. O minério será beneficiado em uma planta que possuirá um circuito CIL clássico que será implementada próxima a cava Paiol. Em fevereiro de 2021, a Aura Minerals iniciou as atividades de construção do projeto.

Produção: 78.372 onças de ouro equivalente em 2024

Guidance de Produção 2025: 64.000 - 73.000 onças de ouro equivalente

Custo caixa por GEO produzida: US$ 1.126/onça de ouro em 2024

Guidance de Custo Caixa 2025: $1.108 - $1.219 /onça de ouro equivalente

Life of Mine: 4 anos

Reservas provadas e prováveis: 551 mil onças de ouro

Recursos Medidos e Indicados: 978 mil onças de ouro

Veja o estudo de viabilidade

A propriedade San Andrés tem sido explorada comercialmente desde os anos 30 por inúmeras empresas, até ser adquirida pela Aura em 2009.

A Mina está em operação desde 1983 e possui uma infraestrutura bem desenvolvida que inclui fornecimento de energia e água, armazéns, instalações de manutenção, laboratório de ensaios e instalações de acampamento no local para gerenciamento, pessoal e empreiteiros.

A produção da Mina utiliza métodos convencionais de perfuração e desmonte, carga e transporte, com produção de minério estimada em 5 a 7 Mtpa.

O minério é britado e após preparação é empilhado para realizar o processo de lixiviação. O ciclo de lixiviação do minério é de aproximadamente 45 dias. Durante este tempo a recuperação do ouro solúvel de cianeto é completada e então vem uma etapa de repouso para drenar a solução restante. Depois de realizada a drenagem de toda a solução da área de empilhamento, pode-se iniciar a elevação de um novo nível de pilha para posterior lixiviação.

O processo de recuperação do ouro é CIC em uma fábrica ADR, que possui 7 tanques com colunas de carbono que podem ser configurados como PLS ou ILS de acordo com a concentração das soluções em Au. A capacidade nominal de cada tanque é de 500 m³/h.

O plano de gestão Ambiental de San Andrés conta com inúmeros quesitos, que são revisados e atendidos ano a ano, como o cumprimento do Código Internacional de Gerenciamento de Cianeto, uma vez que San Andrés é um operador certificado, e monitoramento regular da biodiversidade e da água.

Produção: 37.173 onças de ouro em 2024

Guidance de Produção 2025: 29.000 - 32.000 onças de ouro equivalente

Custo caixa por GEO produzida: US$ 1.189/onça de ouro equivalente em 2024

Guidance de Custo Caixa 2025: $1.258 - $1.384 /onça de ouro equivalente

Life of Mine: 5 anos

Reservas Provadas e Prováveis: 276 mil onças de ouro

Recursos Medidos e Indicados: 478 mil onças de ouro

Veja o estudo de viabilidade

A Aura, através de suas subsidiárias brasileiras, adquiriu o complexo EPP em junho de 2016. O projeto foi inicialmente estudado por antigos proprietários de 2009 a 2011 e foi colocado em produção no início de 2013, até ser colocado em cuidado e manutenção no final de 2014. O projeto foi reiniciado em outubro de 2016.

A propriedade Ernesto contém uma planta de processamento de carbono em lixiviação (”CIL”) com capacidade máxima de 220 toneladas por hora. O processo inclui as etapas de britagem, moagem, extração/recuperação de ouro e desintoxicação de cianeto, seguida da deposição final em uma instalação de armazenamento de rejeitos. As minas a céu aberto de Lavrinha, Japonês e Nosde são contíguas à Ernesto. A propriedade Pau-a-Pique contém uma mina subterrânea e instalações de superfície para administração e manutenção.

Uma revisão dos dados de monitoramento indica que a Empresa está cumprindo com os programas de monitoramento, inspeção e vigilância estipulados nas licenças de operação do Complexo Ernesto e Pau-a-Pique. Os resultados do monitoramento da qualidade da água indicam que as instalações existentes atendem ou excedem os padrões federais aplicáveis de efluentes e água receptora. Não há comunidades ou habitantes permanentes dentro da área de cobertura do Projeto.

Em janeiro de 2025, a Aura concluiu a aquisição do projeto Cerro Blanco, localizado em Jutiapa, na Guatemala, próximo à fronteira com El Salvador. Esta nova etapa marca a expansão da atuação da Aura na América Central, em linha com o plano de crescimento da companhia.

Cerro Blanco possui um depósito de ouro de classe mundial, com mais de 3 milhões de onças em recursos Medidos e Indicados (M&I). Além disso, a Aura também passa a ser proprietária do projeto geotérmico Mita, uma iniciativa de energia renovável em estágio avançado, licenciada para produzir até 50 MW, reforçando a posição de Cerro Blanco como um modelo de uso responsável dos recursos naturais.

Clique aqui para acessar o Fato Relevante com o comunicado da aquisição do novo projeto.

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